Como funciona a Inseminação Artificial

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A Inseminação Artificial (IA) é considerada um tratamento de reprodução humana assistida de baixa complexidade e recomendada para mulheres jovens, férteis e casos leves de infertilidade masculina. Você já conferiu com a gente o passo-a-passo da Fertilização in Vitro (FIV), agora é a vez da Inseminação Artificial:
Primeiro Passo: Consulta
O primeiro passo coincide para todos os tratamentos, porque é na realidade o passo fundamental para saber o que deve ser feito para conseguir a gravidez. Apesar da Inseminação Artificial ser até 4 vezes mais barata que a Fertilização in Vitro, a decisão sobre um ou outro tratamento de reprodução humana não pode depender do custo e sim da indicação médica baseada no que é preciso para obter a gravidez.

Na primeira consulta serão solicitados exames que permitirão identificar a causa da infertilidade e sua solução, que não necessariamente passa por fazer uma Fertilização in Vitro ou uma Inseminação Artificial.

Em ocasiões a dificuldade de gravidez pode ser solucionada de forma simples, por isso é importante não esperar mais de um ano para procurar um especialista. Lembrando que a solução é uma questão do casal. Ambos devem passar pelo consultório e realizar exames. Durante a consulta examinamos pacientes, antecedentes familiares, índice de massa corporal, reserva ovariana, qualidade do esperma, etc.
Vários exames serão solicitados tanto para a mulher quanto para o homem. O tempo entre marcação, realização e resultados dos exames costuma levar um mês, tempo médio de retorno de nossos pacientes para apresentar os resultados ao especialista. Se a indicação for um tratamento de Inseminação Artificial, seguirá os seguintes passos:
Inicio do tratamento de Inseminação Artificial
1 – Estimulação ovariana (10 a 12 dias)
A inseminação artificial pode acontecer em um ciclo natural, mas a sua eficácia aumenta com o uso de gonadotrofinas exógenas que induzem o desenvolvimento folicular múltiplo. O controle da estimulação no caso da Inseminação Artificial é fundamental para evitar produzir muitos óvulos e evitar o risco de gravidez múltipla. Por isso, nunca tome remédios para estimular a produção de óvulos sem supervisão médica.
Durante o período de estimulação são realizadas ultrassonografias (3 ou 4) e verificados os níveis de estradiol no sangue para comprovar o crescimento e evolução dos folículos.
2 – Indução da ovulação (36 horas)
Ao comprovar por meio de ultrassom que os folículos alcançaram o tamanho adequado a inseminação é programada para aproximadamente 36 horas depois da administração de uma injeção de hCG que induz à maturação do óvulo.
3 – Preparação do sêmen (2 horas)
Duas horas antes da inseminação programada é realizada a coleta do sêmen por meio de masturbação e os espermatozoides são preparados em laboratório para melhorar e aumentar seu potencial de fecundação ao serem introduzidos no útero materno.
4 – Inseminação (14 a 16 dias)
Os espermatozoides capacitados são introduzidos no interior da cavidade uterina com a ajuda de um cateter.
Após esse procedimento o tratamento foi concluído. Então iniciamos a betaespera, ou seja, o tempo de espera para a confirmação da gravidez enquanto ocorre a nidação.
5 – Beta
Teste de gravidez (7 a 10 dias)
Obtendo o positivo no teste de gravidez, a paciente realiza uma ultrassonografia vaginal uma semana mais tarde para visualizar o saco gestacional e repetir a análise de sangue.
5 – Ultrassonografia
A primeira ultrassonografia da gravidez! Você nunca esquecerá este dia!


Fonte: Ivi 
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Redação Brasil do Trecho

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